Gavazzoni, C, Lazzari D, da Silva Ramos IP, Brito C.
2025.
Optimizing oil–water separation using fractal surfaces, 01. The Journal of Chemical Physics. 162:044702., Number 4
AbstractOil has become a prevalent global pollutant, stimulating the research to improve the techniques to separate oil from water. Materials with special wetting properties—primarily those that repel water while attracting oil—have been proposed as suitable candidates for this task. However, one limitation in developing efficient substrates is the limited available volume for oil absorption. In this study, we investigate the efficacy of disordered fractal materials in addressing this challenge, leveraging their unique wetting properties. Using a combination of a continuous model and Monte Carlo simulations, we characterize the hydrophobicity and oleophilicity of substrates created through ballistic deposition (BD). Our results demonstrate that these materials exhibit high contact angles for water, confirming their hydrophobic nature while allowing significant oil penetration, indicative of oleophilic behavior. The available free volume within the substrates varies from 60% to 90% of the total volume of the substrate depending on some parameters of the BD. By combining their water and oil wetting properties with a high availability of volume, the fractal substrates analyzed in this work achieve an efficiency in separating oil from water of nearly 98%, which is significantly higher compared to micro-pillared surfaces made from the same material but lacking a fractal design.
Schmidt, AR.
2025.
Christine de Pizan on Wisdom and Kingship. Monica Brinzei, Irene Caiazzo, Christophe Grellard, Aurélien Robert (eds).Radical Thinking in the Middle Ages: Acts of the XVth International Congress of the SIEPM, Paris, 22-26 August 2022. , Turnhout: Brepols
LASTA, E.
2025.
Eugenia Barichello. :212-214., Bogotá: Friedrich-Ebert-Stiftung / FES Comunicação
Levy, L.
2025.
{Nota sobre a dúvida do sonho na Primeira Meditação}. Diálogos cartesianos: estudos em celebração a Ethel Menezes Rocha. (
de Abreu, Andrea Alves, de Oliveira, Fellipe Pinheiro, Guerrero, Markos Klemz, Pinto, João Vitor Volk Ferreira, Soares, Francisco, Eds.).:81–101., Pelotas: NEPFIL Online
AbstractEste artigo dialoga com a interpretação de Ethel Rocha (2016) acerca do escopo do método da dúvida cartesiana na Primeira Meditação, em especial no que tange à hipótese do sonho. Rocha sustenta que a dúvida de Descartes visa refutar o modelo escolástico de racionalidade — alicerçado na experiência sensível —, sem pôr em dúvida seu próprio paradigma racionalista. Para ela, a hipótese do sonho seria suficiente para abalar o princípio aristotélico-escolástico de que "não há nada no intelecto que não tenha antes passado pelos sentidos" (nihil est in intellectu quod non prius fuerit in sensu). Ampliando essa leitura, este estudo introduz no debate a teoria dos sentidos internos, tal como elaborada na recepção da psicologia aristotélica desde Avicena e assimilada pela escolástica tardia. Defendo que essa teoria confere maior robustez à tese de Rocha — de que Descartes busca persuadir um leitor versado na filosofia das Escolas —, ao demonstrar como o argumento do sonho visa especificamente processos dos sentidos internos, centrais à epistemologia escolástica. Contudo, a incorporação desse marco teórico revela duas divergências interpretativas: a dúvida do sonho deixaria intocado o valor epistêmico dos dados sensoriais originários dos sentidos externos; e, consequentemente, a confiabilidade desses dados deve ser questionada pelas razões metafísicas de duvidar.