Abreu, E, Santo AE, Lambert W, Pérez J.
2023.
Convergence, bounded variation properties and Kruzhkov solution of a fully discrete Lagrangian–Eulerian scheme via weak asymptotic analysis for 1D hyperbolic problems. Numerical Methods for Partial Differential Equations. 39:2400-2443., Number 3
AbstractAbstract We design and implement an effective fully discrete Lagrangian–Eulerian scheme for a class of scalar, local and nonlocal models, and systems of hyperbolic problems in 1D. We propose statements, via a weak asymptotic analysis, which include existence, uniqueness, regularity, and numerical approximations of entropy-weak solutions computed with the scheme for the corresponding nonlinear initial value problem for the local scalar case. We study both convergence and weak bounded variation (BV) properties of the scheme to the entropy solution (for the local and scalar case) in the sense of Kruzhkov. The approach is based on the improved concept of no-flow curves, as introduced by the authors, and we highlight the strengths of the method: (i) the scheme for systems of hyperbolic problems does not require computation of the eigenvalues (exact or approximate) either to the numerical flux function or the weak CFL stability condition (wCFL) and (ii) we prove the properties: positivity-preserving, total variation nonincreasing, and maximum principle subject to the wCFL. We present numerical experiments to evaluate the shock capturing capabilities of the scheme in resolving the main features for hyperbolic problems: shock waves, rarefaction waves, contact discontinuities, positivity-preserving properties, and nonlinear wave formations and interactions.
Dagnino, R, Thalheimer L, Soletti R, Barros S, Brandão LC, Marques J.
2023.
NAU Campus Litoral. Relatório de Autoavaliação Institucional RAAI 2022. , Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Carvalho, EM.
2023.
O disjuntivismo ecológico e o argumento causal. Trans/Form/Ação. 46(Edição Special 1):147-174.
AbstractNeste artigo, argumento que a abordagem ecológica da percepção oferece recursos para desarmar o argumento causal contra o disjuntivismo. Segundo o argumento causal, como os estados cerebrais que proximamente antecedem a experiência perceptiva e a experiência alucinatória correspondente podem ser do mesmo tipo, não haveria portanto uma boa razão para rejeitar que a experiência perceptiva e a experiência alucinatória correspondente tenham fundamentalmente a mesma natureza. O disjuntivismo com respeito à natureza da experiência seria assim falso. Identifico três suposições que apoiam o argumento causal: a suposição da indistinguibilidade, a suposição da linearidade e a suposição da duplicação. De acordo com a abordagem ecológica da percepção, essas suposições não se sustentam, abrindo espaço para a defesa de uma versão ecológica do disjuntivismo. Episódios perceptivos se estendem ao longo do tempo e são supervenientes ao sistema organismo-ambiente. Eles também podem ser distinguidos dos 'correspondentes' episódios de alucinação por serem o resultado de um processo controlado de sintonização, ao passo que as alucinações são passivas e refratárias às atividades de exploração e sintonização. Por fim, o disjuntivismo ecológico, na medida em que é imune ao argumento causal, se mostra vantajoso em relação aos disjuntivismos negativo e positivo.