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2015
Schramm, R, de Nunes HS, de Nunes LA, Visi F, Miranda ER.  2015.  One Micro Song, Three Ends: an approach for musical composition and an interactive decision machine based on expressive live performance, June. Proceedings of the 11th International Symposium on CMMR. :190-197., Plymouth, UK Abstract
n/a
Spinelli, PT.  2015.  A OBJETIVIDADE NA BUSCA PELO BEM SUPREMO: UMA CARACTERÍSTICA DO BOM ALUNO DA ÉTICA NICOMAQUEIA, 2015. Philósophos - Revista de Filosofia. 19(2):195-220. AbstractWebsite
n/a
Carvalho, E.  2015.  O argumento da ilusão/alucinação e o disjuntivismo: Ayer vs. Austin. Sképsis. (12):85-107. AbstractWebsite

O argumento da ilusão/alucinação foi muitas vezes proposto para sustentar a conclusão forte de que estamos sempre percebendo diretamente dados dos sentidos. Em Sentido e Percepção, Austin defende que o argumento está apoiado sobre uma “massa de falácias sedutoras (verbais, na maior parte)”. Neste artigo, eu defendo que os movimentos argumentativos de Austin para desconstruir o argumento da ilusão são melhor compreendidos se vistos como decorrentes do seu comprometimento implícito com uma concepção disjuntivista da percepção. Seus apontamentos devem ser encarados como uma discussão aprofundada acerca de como conceber a percepção. Se a capacidade perceptiva for concebida disjuntivamente, o argumento da ilusão não prova nem mesmo a tese mais fraca de que algumas vezes percebemos dados dos sentidos. Em resposta ao Austin, Ayer alegou que a conclusão forte do argumento da ilusão pode ser sustentada pelo método da possibilidade de erro. Defendo que esse método isoladamente não sustenta essa conclusão e a disputa se volta para o conflito entre diferentes concepções da percepção. O argumento da ilusão é filosoficamente interessante por colocar em evidência o problema de como a capacidade perceptiva deve ser articulada e concebida. Embora questões de fato sejam relevantes, elas apenas não parecem decidir essa questão.

MARQUES, LARA.  2015.  O ensino do Projeto, digo, da Arquitetura. Quid Novi: dilemas do ensino de arquitetura no século XXI. , Austin/Recife: Nhamerica Press
FONSECA, P.  2015.  O Fascismo sedutor. Zero Hora. 30/07jul-30-2015.pdf
FONSECA, P.  2015.  O mistério da CPMF. Zero Hora. 05/11zero_hora_5_de_novembro_de_2015.pdf
Gaelzer, R, Yoon PH, Kim S, Ziebell LF.  2015.  On the dimensionally correct kinetic theory of turbulence for parallel propagation. Physics of Plasmas. 22(3), Number 3 AbstractPDFWebsite

Yoon and Fang [Phys. Plasmas 15, 122312 (2008)] formulated a second-order nonlinear kinetic theory that describes the turbulence propagating in directions parallel/anti-parallel to the ambient magnetic field. Their theory also includes discrete-particle effects, or the effects due to spontaneously emitted thermal fluctuations. However, terms associated with the spontaneous fluctuations in particle and wave kinetic equations in their theory contain proper dimensionality only for an artificial one-dimensional situation. The present paper extends the analysis and re-derives the dimensionally correct kinetic equations for three-dimensional case. The new formalism properly describes the effects of spontaneous fluctuations emitted in three-dimensional space, while the collectively emitted turbulence propagates predominantly in directions parallel/anti-parallel to the ambient magnetic field. As a first step, the present investigation focuses on linear wave-particle interaction terms only. A subsequent paper will include the dimensionally correct nonlinear wave-particle interaction terms.

FONSECA, P.  2015.  Os problemas do ajuste. Zero Hora. 26/03mar-26-2015.pdf
Schmidt, A.  2015.  O ens tertio adiacens de Gerardo Odon e o realismo proposicional. Kriterion. 56:5-74. AbstractWebsite

O artigo aborda o tratado lógico de Geraldo Odon "De duobos communissimis principiis scientiarum" focando na noção de ens tertio adiacens: o ente significado pela totalidade da proposição e seu verificador. Odon o identifica ao sujeito dos princípios de não-contradição e terceiro excluído. O ens tertio adiacens também corresponde ao primeiro objeto adequado do intelecto e ao sujeito da lógica, a qual é entendida como a primeira ciência. Na segunda parte do artigo, localizamos Odon no debate historiográfico do realismo proposicional, ao lado de Walter Burley.

dos Santos, SG, Machado MVT.  2015.  On theoretical uncertainty of color dipole phenomenology in the and $\Upsilon$ photoproduction in pA and AA collisions at the CERN Large Hadron Collider. Journal of Physics G: Nuclear and Particle Physics. 42:105001., Number 10: IOP Publishing Abstract
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2014
Franzon, R, Guimaraes LF, Magalhaes CE, Haas AN, Araujo FB.  2014.  Outcomes of One-Step Incomplete and Complete Excavation in Primary Teeth: A 24-Month Randomized Controlled Trial, Apr 8. Caries Res. 48:376-383., Number 5 AbstractWebsite

Aim: To compare 24-month pulp health outcomes of partial caries removal (PCR) and total caries removal (TCR) with composite restoration in primary molars. Methods: 48 children aged 3-8 years with at least one molar with a deep carious lesion were included. 120 teeth were randomized to control (TCR; n = 54; 69% class II) and test (PCR; n = 66; 63% class II) groups. Total absence of carious tissue was confirmed using a blunt-tipped probe in the TCR group. For PCR, excavation was stopped when hardened, dried dentin with a leathery consistency was achieved. Pulpotomy was performed in cases of pulp exposure. Results: Pulp exposure occurred in 2 and 27.5% of teeth treated with PCR and TCR, respectively (p < 0.01). The operative time was significantly higher for TCR than PCR. Success rates were 92 and 96% in the PCR and TCR groups, respectively (p = 0.34). The success rate tended to be lower in occlusoproximal (92%) than in occlusal (100%) lesions (p = 0.08). Conclusion: The clinical and radiographic success rates of PCR and TCR in primary teeth with deep carious lesions were high and did not differ significantly, indicating that PCR is a reliable minimally invasive approach in primary teeth and that the retention of carious dentin does not interfere with pulp vitality. Moreover, PCR provided other clinically relevant advantages over TCR, especially lower incidence of pulp exposure and lower operative time. (c) 2014 S. Karger AG, Basel.

da Silva, RP.  2014.  O BRIEFING COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA GESTÃO DE PROJETOS EM MICROEMPRESAS DE PUBLICIDADE, 2014. Competência (Porto Alegre). 7:97-113.
Teixeira, FG, Müller MS, Batista VJ.  2014.  O USO DE ESBOÇOS DIGITAIS PARA O ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE ALTERNATIVAS DE PROJETO COM ÊNFASE EM PLAYGROUNDS PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA, 2014. Congresso Internacional de Ergonomia e Usabillidade de Interfaces Humano-TecnologiaAnais do .... 1:1-25., JoinvileJoinvile: Univille Abstract
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Domingues, FS.  2014.  O Brasil arcaico e a modernização produtiva. (FONSECA, P. C. D., Ed.)., Porto Alegre: UFRGSdomingues_f_s_o_brasil_arcaico_e_a_modernizacao_produtiva.pdf
Cardoso, E, Fernandes S, Teixeira FG, Santos S, Silva R, Koltermann T.  2014.  O DESENHO NO PROCESSO DE GERAÇÃO DE CONCEPÇÕES DE PROJETO. 11º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em DesignAnais do 11º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. 1(4):1065-1077., GramadoSão Paulo: Editora Edgard Blücher Abstract

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Brandi, L, Teixeira FG, Maldonado A, Pereira R, ROLDO LIANE, Silva F.  2014.  OBTENÇÃO E COMPARAÇÃO DE TEXTURAS POR PROCESSO DE DIGITALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL. 11º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em DesignAnais do 11º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. 1(4):1889-1901., Gramado Abstract

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Soares, DS, Borba MC.  2014.  Os Caminhos da Modelagem no -Pós--GPIMEM: desenvolvendo uma árvore genealógica.. Revemat : Revista Eletrônica de Educação Matemática. 9(Edição Temática sobre Modelagem Matemática):74-99.
Klaudat, A.  2014.  O Elemento Social no Ideal do Reino dos Fins. Dissertatio. 39 AbstractWebsite

O Ideal do Reino dos Fins – apresentado por Kant com vistas à introdução de uma fórmula do Imperativo Categórico ‒ é muitas vezes interpretado como o elemento social do qual a teoria moral do autor careceria. Seres humanos seriam agentes morais concebidos como membros legisladores de uma ordem social possível. Contra essa interpretação argumentarei que a dimensão social introduzida pela concepção técnica desse Ideal é propriamente racional, apresentando uma exigência normativa genuinamente cosmopolita, que, não obstante, confere à teoria os recursos para o tratamento moral adequado da sociabilidade de facto da agência moral, pois, afinal, as condições de nossa agência efetiva são sociais.

Schmidt, A.  2014.  O princípio do qual não podemos nos enganar. Aristóteles: Ensaios de Ética e Metafísica. (STORCK, A., ZILLIG, R., Eds.).:165-188., Porto Alegre: Linus Abstract
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