Populações tradicionais

Urbanização e populações tradicionais

MONTE-MÓR, Roberto. Urbanização, desenvolvimento e populações tradicionais. In: MARTINE, G. (Ed.) População e sustentabilidade na era das mudanças ambientais globais: contribuições para uma agenda brasileira. Belo Horizonte: Associação Brasileira de Estudos Populacionais, 2012.

Arruti, JM, Dowbor M, Simoni A, Estanislau B, DAGNINO R, Waldvogel D, Torini D, Cazolato D, Azevedo M.  2014.  Desigualdades étnico-raciais no Brasil: análise dos povos indígenas e das comunidades quilombolas, Junho. , São Paulo: CEBRAPrelatorio_texto_final_cebrap_16junho2014_def.pdf
D'ANTONA, A, DAGNINO R, FREIXO C.  2016.  Populações tradicionais em Unidades de Conservação na Pan Amazônia. VII Congresso da Associação Latino-americana de População e XX Encontro Nacional de Estudos Populacionais. , Foz do Iguaçu Abstract2016_paper_alap_abep_dantona_panamazonia.pdf

No artigo, são analisados e comparados os sistemas nacionais de países da Pan-Amazônia (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela) com foco em: a) tratamento dado a presença de populações tradicionais, indígenas ou não, em unidades de conservação (OIT, 1989); b) estimativas da população em tais áreas; e c) avaliação das fontes e tipos de dados disponíveis para estudos de população.

Arruti, JM, Dagnino R, Azevedo MM, Simoni A, Estanislau B, Lombardi T, Dowbor M, Torini D.  2014.  Diversidade e desigualdade: contribuição metodológica ao estudo demográfico da população quilombola no Brasil. XIX Encontro Nacional de Estudos Populacionais. :1-16., São Pedro, São Paulo2014_arruti_et_al_abep.pdf
Estanislau, B, Lombardi T, Simoni A, Dagnino R, Arruti JM, Azevedo MM.  2014.  Em campo minado: políticas públicas de reconhecimento, categorias étnicas nos censos, e o Estado nacional multicultural. XIX Encontro Nacional de Estudos Populacionais. Abstract

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de D’Antona, ÁO, de Dagnino RS, do Bueno MCD.  2015.  Distribuição da população e cobertura da terra: o lugar das Áreas Protegidas no Pará, Brasil em 2010. Revista Brasileira de Estudos de População. 32(3):563-585. AbstractScielo

The objective of this study is to analyze population distribution in the state of Pará in Brazil using data from the2010 Population Census in association with the land use and land cover data from TerraClass arranged in a statistical grid. The role of 113 Protected Areas (including 46 Indigenous Lands, 51 Sustainable Use Conservation Units and 16 Integral Protection Conservation Units) is analyzed from the standpoint of their demographic rural-urban gradients and in terms of their land use cover. Information on the use and cover of land in Protected Areas along with census data were incorporated into a statistical grid using GIS. The spatial relationship of information layers in the cells indicates that the state's population is highly concentrated in a few areas, a pattern that is reproduced to some extent in the Protected Areas (Gini coefficient for the distribution of households is higher than 0.9). The area of the Protected areas is less populated and retains a greater extension of forested areas, by comparison to the state. Despite having extensive segments devoid of occupied households and the largest expanse of forest coverage (57%) in the state, Protected Areas also have urban areas associated with other uses and land cover change. The results indicate that population dynamics and changes in the uses and covering of land are related in a broader manner, thereby suggesting the need for reflection on urbanization and changes in land use and land cover change within a more integrated approach.

PEREIRA, H, Dagnino R, D'ANTONA Á.  2014.  Avanços e desafios da demografia nos estudos populacionais em áreas protegidas na Amazônia brasileira. VI Congreso Asociación Latinoamericana de Población. Abstract

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Dagnino, R, Bueno M, D'ANTONA Á, PEREIRA H.  2013.  População dentro de Unidades de Conservação Federais no Estado do Amazonas, Brasil. Olam: Ciência & Tecnologia. 13(2):356-374. Abstract

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D’Antona, Á, Bueno M, Dagnino R.  2013.  Estimativa da população em unidades de conservação na Amazônia Legal brasileira – uma aplicação de grades regulares a partir da Contagem 2007. Revista Brasileira de Estudos de População. 30(2):401-428. AbstractScielo

In this paper a method for increasing the resolution of census data is tested and presented, by aggregating the data onto a regular grid. The methodology consists of (1) the aggregation of households, represented by their geographical coordinates obtained by the 2007 Population Count, carried out by the Brazilian Census Office (IBGE) and, (2) the unbundling of the data by census tracts on the basis of proportionality. The grids obtained were used to estimate the resident population of 114 conservation units in Brazilian Legal Amazon, all of them instituted in or before 2006. The intention was to test this methodology on territorial units that follow neither the official political-administrative boundaries of states and cities, nor the boundaries designed by IBGE for collecting data. The methodology also contributes to the study of populations living in protected areas, due to the scarcity of population estimates in the conservation units. The results showed a population of 325,398 inhabitants in the selected units, 297,693 of whom were in units for Sustainable Use and 27,705 in Permanent Protection units. Adjoining areas have an estimated joint population of 1,020,237. Despite the limitations involved in using the 2007 Population Count, the aggregating of data into grids would seem to be a promising methodology in view of the improvements in IBGE's use of geotechnology. The grid minimizes problems that come up in the use of administrative units or census data and may represent an approach that can be applied usefully in demography and other areas of knowledge.

Dagnino, R, EL SAIFI S, do LOMBARDI TTN, CARMO R, D'ANTONA Á.  2010.  A ação dos atores envolvidos no processo de criação de Unidades de Conservação na região da Terra do Meio (Estado do Pará). V Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade.