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2007
BARILLI, SLS, dos SANTOS ST, Montanari T.  2007.  Effect of "buchinha-do-norte" (Luffa operculata Cogn.) fruit decoct on female reproduction and on embryofetal development. VIII Congresso Brasileiro de Mutagênese, Carcinogênese e Teratogênese ambiental. Revista Brasileira de Toxicologia, v. 20, suppl. 2. :p.28., Mangaratiba, RJ: SBBCsbmcta2007resumo.pdfsbmcta2007luffa.pdf
BARILLI, SLS, Montanari T.  2007.  Effect of Pfaffia glomerata (Spreng.) Pedersen root hydroalcoholic extract on the female reproduction and embryofetal development. VIII Congresso Brasileiro de Mutagênese, Carcinogênese e Teratogênese ambiental. Revista Brasileira de Toxicologia, v. 20, suppl. 2. :p.28., Mangaratiba, RJ: SBMCTAsbmcta2007resumo.pdf
Carvalho, EM.  2007.  Em defesa da justificação perceptiva: desmistificando o mito do dado. (Perini, E. S., Ed.)., Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais Abstracttese-e.pdf

Deste o ataque de Wilfrid Sellars às teorias dos dados dos sentidos, tornou-se difícil entender o papel da experiência perceptiva na justificação de crenças sobre o mundo. Muitos filósofos passaram a defender que a experiência apenas causa crenças, jamais as justifica. Nesta tese, defendo que a experiência justifica crenças empíricas não-inferencialmente. Explicito três acepções de 'justificação': embasamento, razão e legitimação. A idéia é que a experiência pode ser uma razão para crer. O sujeito pode se basear na sua experiência para formar ou manter uma crença sobre o mundo. A distinção entre veículo e conteúdo cumpre um papel importante nesta tese. A experiência perceptiva e a crença são veículos representacionais. Ambas podem carregar o mesmo conteúdo. Com este passo eu posso explicar a relevância do conteúdo da experiência para a verdade da crença. Também é preciso explicar como a experiência serve de razão para crer na perspectiva do sujeito. A inferência mostra como uma crença pode vir a ser uma razão para outra crença. Mas o modelo da inferência não pode ser usado para explicar a transição entre um estado perceptivo e um estado doxástico, pois a experiência pode ser um veículo não-conceitual. Proponho, seguindo Evans, que o ato de conceptualização envolvido na formação de uma crença sobre o mundo é a chave para entendermos como a experiência pode ser uma razão para crer, como a transição de um estado perceptivo para um estado doxástico pode ser racional. O empirismo defendido é mínimo. Embora a experiência sirva de justificador não-condicionado para crenças sobre o mundo, as crenças assim justificadas não são incorrigíveis.

Siqueira, M, Costa de Leon V, Parente MA, Bosa C.  2007.  Especificidade dacompreensão metafórica em crianças com autismo. Psico. 38(3):269-277.2007. Leon, Siqueira, Parente, Bosa.pdfWebsite
BARILLI, SLS, dos SANTOS ST, Montanari T.  2007.  An experimental investigation on Luffa operculata (L.) Cogn. (buchinha-do-norte) as abortifacient plant. Reprodução & Climatério. 22(4):166-169.reprclim2007luffa2.pdf
Diehl, F, Oliveira LF, Sanchez G, Camboim C, De Oliveira Alvares L, Lanziotti V, Cervenansky C, Kornisiuk E, Jerusalinsky D, Quillfeldt JA.  2007.  Facilitatory effect of the intra-hippocampal pre-test administration of MT3 in the inhibitory avoidance task. Behavioral Brain Research. (177):227-231.
Haas, F.  2007.  Física moderna e o paradoxo de Zenon. Caderno IHU Idéias Unisinos. 70:1.fisica_moderna.pdf
Haas, F.  2007.  Harris sheet solution for magnetized quantum plasmas. Europhys. Lett. 77(4):45004.Harris_sheet.pdf
Cepik, M.  2007.  Inteligencia de Segurança Publica em Seis Países: mandatos legais e estrutura organizacional. In: RATTON, Jose Luiz; BARROS, Marcelo. Polícia, Democracia e Sociedade.. , Rio de Janeiro: Lumen JurisCEPIK (2007) Inteligencia Seguranca Publica 6 Paises.pdf
Zalla, J.  2007.  Michel Foucault e a estética da existência. História e-história. 1
FONSECA, P.  2007.  O ecletismo inovador: Bresser-Pereira e o desenvolvimento brasileiro. Economia e Sociedade. 16(1)
Zalla, J.  2007.  Os homens de Gilda: representações de gênero masculino nas crônicas de Gilda Marinho (1954-1956). Caderno Universitário de História (UFRJ). 12:15-19.
Carpi Junior, S, Dagnino R, Scaleante O.  2007.  PERCEPÇÃO E MAPEAMENTO DE RISCOS EM CAMPINAS/SP. Abstract

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VALIATI, L, FLORISSI S.  2007.  A Problemática da Captação: relação entre incentivos ficais e a gestão dos recursos públicos na decisão privada da inversão cultural.. Economia da Cultura: bem-estar econômico e evolução cultural.. , Porto Alegre: Editora da UFRGS
Spinelli, PT.  2007.  A prudência na Ética Nicomaquéia de Aristóteles. , São Leopoldo: Unisinos
Montanari, T, Timm MI, Perry GT, da Motta LL, BARILLI SLS.  2007.  Recurso digital para apoio ao aprendizado de Biologia Celular e Tecidual. IX Ciclo de Palestras sobre Novas Tecnologias na Educação. Revista Novas Tecnologias na Educação. 5(1):1-8., Porto Alegre, RS: CINTEDrenote2007_2.pdf
Dagnino, R, Carpi Junior S.  2007.  Risco ambiental: conceitos e aplicações. CLIMEP Climatologia e Estudos da Paisagem. 2(2):50-87. Abstract2007_climep_dagnino_carpi_jr_risco_ambiental.pdfWebsite

Resumo:

Este artigo oferece uma discussão conceitual a respeito dos riscos ambientais. Ele apresenta definições de riscos aceitas cientificamente na bibliografia nacional e internacional e, também, noções construídas coletivamente pelos participantes de diversas reuniões públicas de mapeamento de riscos, realizadas dentro do Estado de São Paulo. Foram analisados conceitos e classificações envolvendo tipos diferentes de riscos, além das relações entre riscos e outros conceitos como vulnerabilidade, impactos ambientais e percepção ambiental. Ao final, os autores consideram que a definição de risco ambiental mais adequada é formada por uma fusão das noções aceitas popularmente, em que se une a percepção das pessoas com os conceitos já estabelecidos na literatura sobre o tema. Assim, abre-se espaço para aplicar e adaptar os conceitos conforme as características de cada pesquisa e/ou dos objetivos pedagógicos de cada atividade, bem como para a aplicação dos conceitos de riscos, de acordo com a área estudada e a população envolvida.

Resumen:

Este artículo presenta una discusión conceptual con respecto a los riesgos ambientales. Presenta definiciones de riesgos aceptadas científicamente en lav bibliografía nacional e internacional y, también, nociones construidas colectivamente por los participantes de diversas reuniones públicas de mapeamento de riesgos realizadas dentro del Estado de Sao Paulo en Brasil. Fueron analizados conceptos y clasificaciones envolviendo tipos de diferentes de riesgo, además de las relaciones entre riesgos y otros conceptos como vulnerabilidad, impactos ambientales y percepción ambiental. Al final, los autores consideran que la definición de riesgo ambiental mas adecuada es formada por una fusión de las nociones aceptadas popularmente, mediadas por la percepción de las personas, con los conceptos ya establecidos en la literatura sobre el tema. Así se abre espacio para aplicar y adaptar los conceptos conforme las características de cada investigación y/o de los objetivos pedagógicos de cada actividad, bien como para la aplicación de los conceptos de acuerdo al área estudiada y a la población.

Dagnino, R.  2007.  Risco: o conceito e sua aplicação. Material didático para o Minicurso: Mapeamento de Riscos Ambientais para professores do Ensino Médio. Campinas: UNICAMP, 2007..