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Professor do Departamento Interdisciplinar do Campus Litoral Norte da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CLN/UFRGS) onde ministra disciplinas das áreas de Geografia, Demografia e Planejamento urbano e regional, Cartografia, Sistemas de Informação Geográfica, Análises socioespaciais e estatísticas para os cursos de Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia, Bacharelado em Gestão Pública e Desenvolvimento Regional, Engenharia de Serviços, Engenharia de Gestão de Energia, e Licenciatura em Geografia.

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Publicações recentes

Carpi Junior S, Dagnino R, Scaleante O. PERCEPÇÃO E MAPEAMENTO DE RISCOS EM CAMPINAS/SP.. 2007. Abstract

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de Dagnino RS, Carpi Junior S. Risco ambiental: conceitos e aplicações. CLIMEP Climatologia e Estudos da Paisagem. 2007;2:37. Abstract

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Carpi Júnior S, Dagnino R. Atrativos, riscos e vulnerabilidade ambiental na Floresta Nacional de Ipanema, São Paulo. OLAM Ciência & Tecnologia. 2007;7:152-70. Abstract

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Briguenti EC, Carpi Junior S, Dagnino RS. Identificação de Riscos Hidrogeomorfológicos em Unidades Geossistêmicas da Bacia do Ribeirão das Anhumas, Campinas/SP. In: XII Simpósio Brasileiro de Geografia F{\'ısica Aplicada. Vol 9.; 2007. 20. Abstract

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Dagnino R, Dagnino R. Eco-solidariedade: uma abordagem conjuntiva entre Ecologia e Economia Solidária.; 2006. Abstract

Este trabalho é fruto de uma velha preocupação comum acerca de temas pertencentes aos domínios ainda pouco relacionados - da Ecologia, da Economia e da Economia Solidária - que aparecem, misturados ou fundidos, no termo Eco-solidariedade. Nosso objetivo é contribuir para que esses domínios, que nos parecem estreitamente relacionados no campo ideológico (entendido como o campo referido às visões de futuro desejado), possam ser abordados, no plano analítico-conceitual, de forma conjuntiva. Desse modo, pretendemos colaborar na elaboração de políticas que visem ao tratamento integrado dos problemas que eles contêm. Num tom coloquial e franco, que é o que usamos neste trabalho, essa preocupação poderia ser sintetizada em duas perguntas. De que serve a abordagem da Economia Solidária alcançar seu objetivo de inclusão social, geração de emprego e renda, enfim, melhorias na qualidade de vida do povo se, ao mesmo tempo, a pressão das formas de produção e consumo convencionais sobre o ambiente torna a vida daqueles seres humanos, agora “socialmente integrados”, inviável? E, de que adianta a Ecologia materializar o sonho de um ambiente sustentável se, no seu interior, seres humanos continuarem sendo condenados a uma existência sub-humana? O trabalho se inicia com uma incursão semântica cujo objetivo é precisar conceitos como os de Economia, Ecologia e Solidariedade. Se a Economia pode ser entendida como a ciência de planejar a casa ou a Terra (oikos) que a Ecologia estuda, pensamos que um planejamento que possa garantir a sustentabilidade da relação homem-natureza deve incorporar ao seu escopo a solidariedade. Ao fim procuramos apontar algumas saídas para a crise enfrentada, dentre elas a conjunção dos saberes e a busca pela eco-solidariedade.