Gaelzer, R, Ziebell LF, Silveira OJG.
1999.
Dielectric Tensor for Inhomogeneous Plasmas in Inhomogeneous Magnetic Field, December. Physics of Plasmas. 6:4533–4541., Number 12
AbstractThe derivation of explicit exprEssions for the effective dielectric tensor to be utilized in the dispersion relation for weakly inhomogeneous Plasmas is discussed. The general exprEssions obtained are useful for situations with simultaneous existence of weak inhomogeneities in density and magnetic field. The particular case of a Maxwellian distribution in velocity space for the electron population is discussed, and relatively compact exprEssions for the dielectric tensor are obtained which depend on the inhomogeneous Plasma dispersion function introduced by [Gaelzer et al., Phys. Rev. E55, 5859 (1997)] and ultimately on the well-known Fried-Conte function and its derivatives.
Levy, L.
1999.
{Sujeito e Representação: o Conceito Cartesiano de idéia}. Verdade, Conhecimento e Ação. Ensaios em Homenagem a Guido Antônio de Almeida e Raul Landim Filho. (
Marques, Edgar, et Alii, Eds.).:233–246., Sao Paulo: Edições Loyola
AbstractEste texto aborda o conceito cartesiano de ideias, examinando se esse conceito implica (a) que a ideia é o objeto imediato da percepção, (b) que a ideia é a percepção imediata do objeto, ou (c) ambos. Em outras palavras, de acordo com a teoria cartesiana, o sujeito percebe imediatamente suas ideias e/ou as coisas representadas por elas? Os textos cartesianos apoiam ambas as teses. Esta não é uma discussão nova, ela revisita uma das principais questões que a teoria cartesiana trouxe para o debate filosófico sobre o problema do conhecimento no século XVII e mesmo no século seguinte, um legado que ainda ressoa hoje em comentários e estudos sobre essas teorias. Argumento que a resposta é a seguinte: Uma vez estabelecida a regra geral da clareza e distinção, pode-se afirmar que o sujeito percebe as coisas representadas pelas ideias que são objeto de juízos verdadeiros. Essa afirmação não exclui a tese de que o sujeito percebe as próprias ideias; esse é o significado do conceito cartesiano de consciência. O conceito cartesiano de ideia deve ser entendido como designando tanto a coisa que é imediatamente percebida quanto, em certos casos, a percepção imediata dessa coisa.