Carvalho, E.
2010.
Figuras ambíguas e a distinção entre ver e ver como. Ensaios de Epistemologia Contemporânea. , Ijuí: Editora Unijuí
AbstractAs figuras ambíguas geralmente são arroladas em favor da tese de que o conteúdo da experiência perceptiva sofre influência cognitiva. Neste artigo, defenderei que as figuras ambíguas não são suficientes para evidenciar esta tese. O fenômeno das figuras ambíguas pode ser explicado por uma teoria da percepção segundo a qual o conteúdo da experiência perceptiva não sofre influência cognitiva. Ou seja, o fenômeno das figuras ambíguas isoladamente não implica esta ou aquela teoria perceptiva, muito embora seja um fenômeno que qualquer teoria da percepção tenha de acomodar. Inicialmente, apresentarei a teoria da percepção de Pylyshyn para, em seguida, usá-la na explicação do fenômeno das figuras ambíguas.
D’Antona, Á, Dagnino R, Bueno M.
2010.
Geotecnologias e gestão de políticas públicas: uso de dados demográficos. População e Cidades: subsídios para o planejamento e para as políticas sociais.. :99-115., Campinas: Núcleo de Estudos de População/UNFPA
AbstractNas últimas décadas, os avanços na área das geotecnologias popularizaram o uso de informações espaciais. A crescente oferta de dados públicos, de softwares gratuitos e de hardwares com maior capacidade de processamento, a preços mais baixos, dissemina entre usuários finais ferramentas e técnicas anteriormente restritas a determinados circuitos técnicos e científicos. Fazemos neste capítulo uma apresentação geral sobre o uso de dados populacionais em Gestão de Políticas Públicas, por meio das geotecnologias. Assim como vem ocorrendo no meio acadêmico, em Estudos de População e nas Ciências Ambientais, a espacialização de dados populacionais em Sistemas de Informações Geográficas (SIG) pode ser de grande proveito para a administração pública. Ao permitir a localização de características socioambientais, e o relacionamento das variáveis sociodemográficas com variáveis de diversas ordens (atributos biofísicos e infraestruturais, por exemplo) nas unidades territoriais por onde as populações se distribuem, o SIG apresenta grande potencial analítico, dando suporte à tomada de decisões.
Cepik, M, Schneider L.
2010.
Kenneth Waltz. In: MEDEIROS, Marcelo; LIMA, Marcos Costa; VILLA, Rafael; REIS, Rossana Rocha [organizadores]. Clássicos das Relações Internacionais. , São Paulo: HUCITEC
Borges, EO, Montanari T.
2010.
Museu virtual do corpo humano. 6o Salão de Ensino. :mostravirtual(link)., Porto Alegre, RS: Pró-reitoria de Graduação, Pró-reitoria de Pós-graduação e Secretaria de Educação a Distância, UFRGS
Levy, L.
2010.
O dualismo cartesiano. Lições de história da filosofia. (
Altmann, Sílvia, Wolf, Eduardo, Eds.).:86–109., Porto Alegre: Secretaria Municipal de Cultura / IEL