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2010
VALIATI, L.  2010.  A economia e a cultura: formação de valor e a construção de lugares de consumo e práticas culturais.. Políticas Culturais: Diálogos e Tendências. , Rio de Janeiro: Edições Casa de Rui Barbosa
Stefan, M, Brodin G, Haas F, Marklund M.  2010.  Effects of the electron spin on the nonlinear generation of quasi-static magnetic fields in a plasma. J. Plasma Phys. 76(6):865.effects_electron.pdf
  2010.  A esfera pública e as proteções legais anti-racismo no Brasil. Cadernos de Filosofia Alemã. 16
Figueiredo, E, Ziegelmann FA.  2010.  Estimating income mobility using census data. Physica A. 389:4897-4903.
Figueiredo, E, Ziegelmann FA.  2010.  Estimation of Opportunity Inequality in Brazil using Nonparametric Local Logistic Regression. Journal of Development Studies. 46:1593-1606.
BRANDÃO, L, PARENTE, M A, PENA-CASANOVA J.  2010.  Estratégias comunicativas de pessoas com Doença de Alzheimer. Psicologia: Reflexão e Crítica (UFRGS.Impresso). 23(2):308-316.estrategias_comunicativas_de_pessoas_com_doenca_de_alzheimer.pdf
Morais, PGS, Pesce LC, Montanari T.  2010.  Experiência didática com o uso da plataforma Moodle na disciplina Embriologia do curso de Biologia. 6o Salão de Ensino. , Porto Alegre: Pró-reitoria de Graduação, Pró-reitoria de Pós-graduação e Secretaria de Educação a Distância, UFRGSsalensino2010lista.pdf6sensresumomoodle.pdf6salens2010moodleppt.pdf
Carvalho, E.  2010.  Figuras ambíguas e a distinção entre ver e ver como. Ensaios de Epistemologia Contemporânea. , Ijuí: Editora Unijuí Abstract

As figuras ambíguas geralmente são arroladas em favor da tese de que o conteúdo da experiência perceptiva sofre influência cognitiva. Neste artigo, defenderei que as figuras ambíguas não são suficientes para evidenciar esta tese. O fenômeno das figuras ambíguas pode ser explicado por uma teoria da percepção segundo a qual o conteúdo da experiência perceptiva não sofre influência cognitiva. Ou seja, o fenômeno das figuras ambíguas isoladamente não implica esta ou aquela teoria perceptiva, muito embora seja um fenômeno que qualquer teoria da percepção tenha de acomodar. Inicialmente, apresentarei a teoria da percepção de Pylyshyn para, em seguida, usá-la na explicação do fenômeno das figuras ambíguas.

Haas, F, Zamanian J, Marklund M, Brodin G.  2010.  Fluid moment hierarchy equations derived from gauge invariant quantum kinetic theory. New J. Phys. 12(7):073027.fluid_gauge.pdf
Haas, F, Marklund M, Brodin G, Zamanian J.  2010.  Fluid moment hierarchy equations derived from quantum kinetic theory. Phys. Lett. A. 374(3):481.fluid_moment.pdf
D’Antona, Á, Dagnino R, Bueno M.  2010.  Geotecnologias e gestão de políticas públicas: uso de dados demográficos. População e Cidades: subsídios para o planejamento e para as políticas sociais.. :99-115., Campinas: Núcleo de Estudos de População/UNFPA Abstractdantona_dagnino_bueno_2010_geotecnologias_gestao_politicas_publicas.pdf

Nas últimas décadas, os avanços na área das geotecnologias popularizaram o uso de informações espaciais. A crescente oferta de dados públicos, de softwares gratuitos e de hardwares com maior capacidade de processamento, a preços mais baixos, dissemina entre usuários finais ferramentas e técnicas anteriormente restritas a determinados circuitos técnicos e científicos. Fazemos neste capítulo uma apresentação geral sobre o uso de dados populacionais em Gestão de Políticas Públicas, por meio das geotecnologias. Assim como vem ocorrendo no meio acadêmico, em Estudos de População e nas Ciências Ambientais, a espacialização de dados populacionais em Sistemas de Informações Geográficas (SIG) pode ser de grande proveito para a administração pública. Ao permitir a localização de características socioambientais, e o relacionamento das variáveis sociodemográficas com variáveis de diversas ordens (atributos biofísicos e infraestruturais, por exemplo) nas unidades territoriais por onde as populações se distribuem, o SIG apresenta grande potencial analítico, dando suporte à tomada de decisões.

Muniz, AR, Maroudas D.  2010.  Hydrogenation effects on the structure and morphology of graphene and single-walled carbon nanotubes. Journal of Applied Physics. 108:113532.
Bathia, N, Yao Q, Ziegelmann FA.  2010.  Identifying the Finite Dimensionality of Curve Time Series. Annals of Statistics. 38:3352-3386.
Cepik, M, CANABARRO D, POSSAMAI AJ.  2010.  A Institucionalizacao do SISP e a Era Digital no Brasil. In: CEPIK, Marco; CANABARRO, Diego. [Orgs.]. Governança de TI. Transformando a Administração Pública no Brasil. , Porto Alegre, RS: WS EditorCEPIK, CANABARRO & POSSAMAI - 2014 - Institucionalizacao SISP Era Digital Brasil.pdf
Cepik, M, Schneider L.  2010.  Kenneth Waltz. In: MEDEIROS, Marcelo; LIMA, Marcos Costa; VILLA, Rafael; REIS, Rossana Rocha [organizadores]. Clássicos das Relações Internacionais. , São Paulo: HUCITECCEPIK & SCHNEIDER (2010) Kenneth Waltz.pdf
FONSECA, P.  2010.  Keynes: o liberalismo econômico como mito. Economia e Sociedade. 19:425-447.keynes_o_liberalismo_economico_como_mito.pdf
Metz, FL, Neri I, Bollé D.  2010.  Localization transition in symmetric random matrices. Phys. Rev. E. 82:031135.
Blank, D, Goldani MZ.  2010.  Monitoração do crescimento do lactente nascido a termo: uma atualização. Revista Científica Maternidade, Infância e Ginecologia. 19:54-97.blank_monitoracao-crescimento-lactente_revhmipv_2010.pdf
Borges, EO, Montanari T.  2010.  Museu virtual do corpo humano. 6o Salão de Ensino. :mostravirtual(link)., Porto Alegre, RS: Pró-reitoria de Graduação, Pró-reitoria de Pós-graduação e Secretaria de Educação a Distância, UFRGSsalensino2010lista.pdf6sens2010museu.pdf
Levy, L.  2010.  O dualismo cartesiano. Lições de história da filosofia. (Altmann, Sílvia, Wolf, Eduardo, Eds.).:86–109., Porto Alegre: Secretaria Municipal de Cultura / IELLiaLevy_o_dualismo_cartesiano.pdf
Zalla, J.  2010.  O erudito contador: Performance e oralidade no conto gauchesco de Barbosa Lessa. Sobre as poéticas do dizer: Pesquisas e reflexões em oralidade. , São Paulo: Letra e Voz