VIZENTINI, P, Cepik M, Pereira ALD.
2011.
G3 - Forum de Dialogo IBAS. , https://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=22135 Curitiba, PR: Jurua
BRUNHARA, R.
2011.
O Fragmento 2 W de Tirteu e a Poética da Eunomia. Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos. 24(1)
AbstractAcreditou-se por muito tempo que a Eunomia de Tirteu (Fr.1 – 4 W) fosse um poema narrativo destinado à comunidade e entoado apenas no espaço do festival público. Atualmente a discussão permanece em aberto, sobretudo por causa da escassez dos fragmentos que restaram. Em vez de tentar neste trabalho conjeturar uma ocasião de performance específica para o poema, este texto visa responder as seguintes perguntas a partir da leitura do fragmento 2 W: Há marcas textuais que distinguem uma poética circunscrita aos eventos públicos e outra, própria do ambiente simpótico? Se sim, Pode-se dizer que a Eunomia de Tirteu apresenta tais marcas?
Carvalho, E.
2011.
Popper e o problema da predição prática. Analytica. 15(2):123-146.
AbstractO problema da predição racional, lançado por Wesley Salmon, é sem dúvida o calcanhar de Aquiles do método crítico preconizado por Popper. Neste artigo, avalio a resposta que tanto Popper quanto o popperiano Alan Musgrave deram a este problema. Ambas as respostas são inadequadas e, assim, a conclusão de Salmon é reforçada: sem apelar à indução, não há como fazer da predição prática uma ação racional. Além disso, o método crítico precisa ser vindicado se se pretende que a sua aplicação seja adequada para a preferência de hipóteses. Argumento que a natureza desta vindicação é tal que ela também pode ser aplicada à indução. Assim, ser um popperiano é uma boa razão para ser também um indutivista.