<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">BRUNHARA, R.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O Fragmento 2 W de Tirteu e a Poética da Eunomia</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><urls><related-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://professor.ufrgs.br/sites/default/files/rafaelbrunhara/files/o_fragmento_2_w_de_tirteu_e_a_poetica_da_eunomia.pdf</style></url></related-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">24</style></volume><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Acreditou-se por muito tempo que a Eunomia de Tirteu (Fr.1 – 4 W) fosse um poema narrativo destinado à comunidade e entoado apenas no espaço do festival público. Atualmente a discussão permanece em aberto, sobretudo por causa da escassez dos fragmentos que restaram. Em vez de tentar neste trabalho conjeturar uma ocasião de performance específica para o poema, este texto visa responder as seguintes perguntas a partir da leitura do fragmento 2 W: Há marcas textuais que distinguem uma poética circunscrita aos eventos públicos e outra, própria do ambiente simpótico? Se sim, Pode-se dizer que a Eunomia de Tirteu apresenta tais marcas?&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record></records></xml>