<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">BRUNHARA, R.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A 'Seção Romana' da Alexandra, de Lícofron (vv.1226-1282)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Cadernos de Literatura em Traduçao </style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2015</style></year></dates><urls><related-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://professor.ufrgs.br/sites/default/files/rafaelbrunhara/files/a_secao_romana_da_alexandra_de_licofron.pdf</style></url></related-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">15</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">57-68</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;A &quot;seção romana&quot; do poema Alexandra de Lícofron é uma passagem de 56 versos em que a profetiza prevê um futuro grandioso para os descendentes e, ao contrário, um funesto porvir aos próprios aqueus. A passagem tão conveniente à prespectiva da Eneida, que há quem creia tratar-se de interpolação, entre outros motivos pelo fato de ser a primeira intersecção entre o mito de Eneias e o de Rômulo e Remo. A tradução dos trímetros jâmbicos foi feita em dodecassílabos acentuados na sexta sílaba, mantendo-se anacolutos, hipérbatos, cavalgamentos, que produzem a já notória estranheza da sintaxe do poema. Procuro manter por compensação as recorrências sonoras e a logopeia.&lt;/p&gt;
</style></abstract></record></records></xml>