<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Priscilla Tesch Spinelli</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O CONHECIMENTO PRÉVIO MORAL NECESSÁRIO À INVESTIGAÇÃO POLÍTICA EM ARISTÓTELES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Intuitio</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></date></pub-dates></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio/article/view/5944</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">2</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">103 - 107</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Este artigo pretende chamar a atenção para uma exigência a respeito do bom aluno de política, conforme apresentado por Aristóteles no livro I da Ética Nicomaquéia, a saber, ser educado em bons hábitos. O vicioso não é um bom aluno de política porque não é capaz nem mesmo de reconhecer a validade do discurso proposto por ela e não, simplesmente, porque não é capaz de agir em conformidade com esse discurso, como pretende T. Irwin. Reconhecer um argumento prático como bom é, necessariamente, ser motivado a agir conforme à sua conclusão. Aristóteles exige bons hábitos dos seus alunos porque eles são necessários para compreender praticamente o desenvolvimento dos seus argumentos. É essa a compreensão que Aristóteles pretende que seus alunos tenham do discurso político; é essa a compreensão que o vicioso não é mais capaz de ter.PALAVRAS-CHAVE: Conhecimento. Bons hábitos. Compreensão prática.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">2</style></issue><notes><style face="normal" font="default" size="100%">n/a</style></notes></record></records></xml>