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Évora, F, Faria P, Loparic A, dos Santos LHL, Zingano M.  2004.  Lógica e Ontologia: Ensaios em Homenagem a Balthazar Barbosa Filho. , São Paulo: Discurso Editorial Abstract
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Faria, P.  2002.  Deconstrucción de la irrealidad. Revista de Filosofía Diánoia. 47:131-155. AbstractWebsite

El artículo presenta una crítica a la adopción por Samuel Cabanchik del “irrealismo” de Goodman para clarificar y extender las observaciones de Austin acerca del significado de “real”. Siguiendo a Cora Diamond, se distingue el realismo metafísico del “espíritu realista” —una actitud hacia los problemas filosóficos que excluye cualquier tesis semejante al irrealismo goodmaniano, y que la obra de Austin ejemplifica. Se rastrea el origen del nominalismo de Goodman acerca de las especies —la fuente de su irrealismo— en su trabajo anterior sobre la inducción; sin embargo, se muestra que dicho nominalismo está subdeterminado por la prueba goodmaniana de que el proyecto de una lógica formal de la confirmación (Hempel, Oppenheim) estaba destinado al fracaso. Con base en algunas observaciones de Quine sobre la Paradoja de los Cuervos, se esboza una defensa de la relevancia filosófica de cualesquiera restricciones empíricas pueda haber sobre el atrincheramiento de conceptos. El argumento se cierra con una breve discusión del examen hecho por Austin de las variedades de la irrealidad, con la que se pretende dejar en claro por qué el Austin de Cabanchik no podría ser Austin.

Faria, P.  2008.  Réplica a Lourdes Valdivia. Bertrand Russell y el análisis filosófico a partir de 'On Denoting'. (Pinto, S., Ed.).:139-151., Juan Pablos: Universidad Autónoma Metropolitana - Iztapalapa Abstract
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Faria, P.  Forthcoming.  The vagaries of actions and the verities of meanings. Socratically: a Festschrift for Claudio de Almeida. (Alves, E., Fett, J., Etcheverry, K., Eds.)., Porto Alegre: Editora da PUCRS Abstract
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Faria, P.  2007.  A encenação. Sképsis. 1(2):99-130. AbstractWebsite
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Faria, P.  2012.  Abstração e evasão: nota sobre a pintura moderna. Ética, política e esclarecimento público: ensaios em homenagem a Nelson Boeira. (Fonseca, A., Pohlman, E., Goldmeier, G., Eds.).:425-430., Porto Alegre: Bestiário Abstract
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Faria, P.  2012.  Sobre o que não temos o direito de não saber. Consequências do ceticismo. (Silva Filho, W., Smith, P., Eds.).:253-271., São Paulo: Alameda Editorial Abstract
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Faria, P.  2009.  Unsafe reasoning: a survey. DoisPontos. 6:185-201. AbstractWebsite

Judgments about the validity of at least some elementary inferential patterns (say modus ponens) are a priori if anything is. Yet a number of empirical conditions must in each case be satisfied in order for a particular inference to instantiate this or that inferential pattern. We may on occasion be entitled to presuppose that such conditions are satisfied (and the entitlement may even be a priori), yet only experience could tell us that such was indeed the case. Current discussion about a perceived incompatibility between content externalism and first-person authority exemplifies how damaging the neglect of such empirical presuppositions of correct reasoning can be. An externalistic view of mental content is ostensibly incompatible with the assumption that a rational subject should be able to avoid inconsistency no matter what the state of her empirical knowledge may be. That fact, however, needs not be taken (as it often is) as a reductio of externalism: alternatively, we may reject that assumption, adding to the agenda of a philosophical investigation of rationality an examination of the vicissitudes of logical luck. I offer an illustration and defense of that alternative.

Faria, P.  1985.  O que acontece. Estudos Jurídicos. 11(31):163-167. Abstract
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Faria, P.  1999.  Discriminação e afecção. Verdade, Conhecimento e Ação: Ensaios em Homenagem a Guido Antônio de Almeida e Raul Landim Filho. (Marques, E., Rocha, E., Levy, L., Pereira, L. C., Gleizer, M., Pinheiro, U., Eds.).:145-159., São Paulo: Edições Loyola Abstract
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Faria, P.  1992.  A anamnese do pacto no 'Doutor Fausto'de Thomas Mann. Organon. 6(19):61-68. AbstractWebsite
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Faria, P.  2001.  Le guêpier de Moore. Wittgenstein: métaphysique et jeux de langage. (Laugier, S., Ed.).:129-152., Paris: Presses Universitaires de France Abstract
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Faria, P.  2001.  A escuta à distância: a propósito do 'Prometeo' de Luigi Nono. Filosofia Política. 2(Série III):173-188. Abstract
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Faria, P.  2008.  Trabalhos de escavação. Rio Grande em debate: conservadorismo e mudança. (Boeira, N., Ed.).:55-66., Porto Alegre: Sulina Abstract
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Faria, P.  2006.  Remedios para el vértigo. Diánoia. 51:173-188. AbstractWebsite

El acuerdo del autor con el enfoque de Carlos Pereda sobre las cuestiones que rodean a la llamada “perspectiva de primera persona” se matiza aquí señalando diferencias en tres aspectos. En primer lugar se plantea que la conciencia de la propia identidad como conciencia de algo que persiste a través del tiempo es una capacidad independiente del lenguaje, y que las discusiones filosóficas de la autoconciencia se volverían más perspicuas si explícitamente lo tomaran en cuenta. En segundo, se expresa una duda acerca de la significación de los argumentos basados en lo inconcebible, específicamente tal como aparecen en la discusión de Pereda sobre lo que él describe como tres especies de “razonamientos vertiginosos” provocados por la perplejidad filosófica con respecto al yo. En tercer lugar se plantea que la idea de la identidad personal como algo que por lo menos en parte es una construcción (como en lo que a menudo se llama “narrativismo”) constituye una consecuencia ineludible del reconocimiento de que el contenido intencional de una acción está relacionado esencialmente con su descripción.

Faria, P.  2010.  Anti-individualismo e autoconhecimento: uma exposição elementar. Mente, linguagem e mundo: anti-individualismo e autoconhecimento. (Silva Filho, W., Ed.).:25-35., São Paulo: Alameda Editorial Abstract
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Faria, P.  2015.  Inferential Rationality and Internalistic Scarecrows. Manuscrito. 38:5-14.: scielo AbstractWebsite

In a recent paper, Manuel Pérez Otero attempted to turn the tables on Paul Boghossian's claim that content externalism is incompatible with the 'a priority of our logical abilities'. In reply, Boghossian argued that Pérez Otero's criticism misses the main point of his argument through concentrating on the semantics of singular (as opposed to general) terms. I elaborate on Boghossian's reply by showing that even taken on its own terms Pérez Otero's paper fails to engage with internalism through systematically misrepresenting what a truly internalistic account of the semantics of singular terms should be.

Faria, P.  2010.  Memory as acquaintance with the past: some Lessons from Russell, 1912-1914. Kriterion. 51:149-172. AbstractWebsite

Russell's theory of memory as acquaintance with the past seems to square uneasily with his definition of acquaintance as the converse of the relation of presentation of an object to a subject. We show how the two views can be made to cohere under a suitable construal of 'presentation', which has the additional appeal of bringing Russell's theory of memory closer to contemporary views on direct reference and object-dependent thinking than is usually acknowledged. The drawback is that memory as acquaintance with the past falls short of fulfilling Russell's requirement that knowledge by acquaintance be discriminating knowledge - a shortcoming shared by contemporary externalist accounts of knowledge from memory.

Faria, P.  Forthcoming.  Time, Thought, and Vulnerability: An Inquiry in Cognitive Dynamics. , Buenos Aires: SADAF AbstractWebsite
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Faria, P.  2014.  Temporalismo e eternismo. Compêndio em Linha de Problemas de Filosofia Analítica. (Branquinho, J., Santos, R., Eds.).:1-19., Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Abstract

Temporalismo e eternismo são teses semânticas. Segundo a primeira, que prevaleceu ao longo da maior parte da história da lógica no Ocidente, existem proposições completas cujo valor de verdade varia com o tempo (proposições temporais), e a investigação das relações entre tempo e verdade é parte integral da lógica. Para a segunda, que emerge gradualmente na obra dos pioneiros da lógica moderna e recebe sua primeira formulação sistemática na obra de Frege, o que o temporalismo percebe como uma proposição com valor de verdade variável deve ser concebido, antes, como uma função proposicional em que pelo menos uma variável livre (usualmente inarticulada na expressão linguística da proposição) toma como argumentos instantes ou intervalos de tempo. As duas teses têm consequências importantes, aqui brevemente resenhadas, para a concepção das relações entre tempo e modalidade e para a semântica das atitudes proposicionais.

Faria, P.  1992.  Provar e mostrar. Racionalidade e ação. (Rohden, V., Ed.).:179-206., Porto Alegre: Editora da Universidade (UFRGS) Abstract
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Faria, P.  1992.  Sur la règle de reconnaissance. Cahiers de Fontenay. 67/68:161-188. AbstractWebsite
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Faria, P.  2001.  Discriminação e conhecimento de si. Ontologia, Conhecimento e Linguagem: um Encontro de Filósofos Latino-Americanos. (Pinheiro, U., Ruffino, M., Smith, P., Eds.).:113-128., Rio de Janeiro: Mauad/FAPERJ Abstract
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Faria, P.  2000.  Tirando o corpo fora. Filosofia Política. 6(Série II):12-26. Abstract
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Faria, P.  2006.  História da filosofia analítica. Enciclopédia de temos lógico-filosóficos. (Branquinho, J., Murcho, D., Gomes, N., Eds.).:339-346., São Paulo: Martins Fontes Abstract
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Faria, P.  2006.  A preservação da verdade. O que nos faz pensar. 15:101-126. AbstractWebsite
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Faria, P.  2008.  Conocimiento directo, descripción, y tiempo. Bertrand Russell y el análisis filosófico a partir de 'On Denoting'. (Pinto, S., Ed.).:59-95., Juan Pablos: Universidad Autónoma Metropolitana - Iztapalapa Abstract
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Faria, P.  Forthcoming.  Kant, Raggio e GL. De Mathematicae atque Philosophicae Elegantia: homenagem a Abel Lassalle Casanave. (Sautter, F., Secco, G., Pereira, L. C., Eds.). Abstract
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Faria, P.  2010.  Existence as a real predicate. Veritas. 55:33-41. AbstractWebsite

The construal of ‘exists’ as a first-order or real predicate is defended against prevailing orthodoxy.

Faria, P.  2017.  Bertrand Russell. The Routledge Handbook of Philosophy of Memory. (Bernecker, S., Michaelian, K., Eds.).:519-527., London: Routledge Abstract

Bertrand Russell is widely known for his willingness to change his philosophical mind. He is also now and again saddled with a reputation for carelessness about providing readers with clear and convincing explanations of his turnabouts. This chapter presents and briefly assesses the development of Russell's thinking about memory, emphasizing, against the grain of the received view, the continuity in his thought. Russell's ideas about memory are no exception to that perceived pattern of progress. The core notion of the early theory is that of acquaintance, by which Russell means a mode of cognition which is both immediate and purely receptive. The main ostensible problem for the theory is that of accounting for retention—specifically, making sense of the idea of being now acquainted with what has been and is no more. The abandonment of direct realism should predictably bring about a further increase in Russell's concern over fallibility and error in memory.

Faria, P.  2013.  Externalismo semântico. Compêndio em Linha de Problemas de Filosofia Analítica. (Branquinho, J., Santos, R., Eds.).:1-12., Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Abstract

O externalismo semântico (a tese segundo a qual valores semânticos são, ao menos parcialmente, constituídos pelas relações não-representacionais dos usuários da linguagem com seu ambiente natural e social) é apresentado aqui em perspectiva histórica. Na reconstrução proposta, a genealogia da tese exposta e defendida por Hilary Putnam no clássico 'The meaning of "meaning"' (1975) remonta à filosofia da linguagem de Bertrand Russell nos anos 1903-1914 (em particular, à concepção russelliana da semântica dos termos singulares). A tese foi então gradualmente articulada na crítica à compreensão dita 'descritivista' da referência que emergiu da obra pioneira de Ruth Barcan Marcus em lógica modal quantificada e foi sistematizada por filósofos como Keith Donnellan, David Kaplan e, sobretudo, Saul A. Kripke. A este último, em particular, deve-se a introdução da noção de designação rígida que, estendida aos designadores de espécies naturais, abriria o caminho, finalmente, para a formulação madura do externalismo semântico no 'locus classicus' de Putnam.

Faria, P.  2001.  Discriminação e conhecimento direto. Subjetividad, representación y realidad. (Hurtado, G., Ed.).:9-29., Puebla: Universidad Autónoma de Puebla Abstract
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Faria, P.  1985.  O caderno de Aquiles. Aquiles: Ensaios de Análise Filosófica. 1:17-20. Abstract
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Faria, P.  2001.  A l'écoute de Russell: de la 'Théorie de la Connaissance' à la Philosophie de la Psychologie. Wittgenstein: les mots de l'esprit. Philosophie de la psychologie. (Chauviré, C., Laugier, S., Rosat, J.-J., Eds.).:129-155., Paris: Librairie Philosophique J. Vrin Abstract
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Faria, P.  1994.  O mundo perdido. Analytica. 1(2):163-195. AbstractWebsite
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Faria, P.  2003.  Deconstrucción de la irrealidad. El giro pragmático en la filosofia. (Cabanchik, S., Penelas, F., Tozzi, V., Eds.).:190-215., Barcelona: Gedisa Abstract
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