<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Faria, Paulo</style></author></authors><secondary-authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Branquinho, J.</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Santos, R.</style></author></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Externalismo semântico</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Compêndio em Linha de Problemas de Filosofia Analítica</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">http://compendioemlinha.letras.ulisboa.pt/temporalismo-e-eternismo-paulo-faria/</style></url></web-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Lisboa</style></pub-location><pages><style face="normal" font="default" size="100%">1 - 12</style></pages><isbn><style face="normal" font="default" size="100%">9789898554</style></isbn><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;O externalismo semântico (a tese segundo a qual valores semânticos são, ao menos parcialmente, constituídos pelas relações não-representacionais dos usuários da linguagem com seu ambiente natural e social) é apresentado aqui em perspectiva histórica. Na reconstrução proposta, a genealogia da tese exposta e defendida por Hilary Putnam no clássico 'The meaning of &quot;meaning&quot;' (1975) remonta à filosofia da linguagem de Bertrand Russell nos anos 1903-1914 (em particular, à concepção russelliana da semântica dos termos singulares). A tese foi então gradualmente articulada na crítica à compreensão dita 'descritivista' da referência que emergiu da obra pioneira de Ruth Barcan Marcus em lógica modal quantificada e foi sistematizada por filósofos como Keith Donnellan, David Kaplan e, sobretudo, Saul A. Kripke. A este último, em particular, deve-se a introdução da noção de designação rígida que, estendida aos designadores de espécies naturais, abriria o caminho, finalmente, para a formulação madura do externalismo semântico no 'locus classicus' de Putnam.&lt;/p&gt;
</style></abstract><work-type><style face="normal" font="default" size="100%">Book Section</style></work-type><notes><style face="normal" font="default" size="100%">n/a</style></notes></record></records></xml>