<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Levy, Lia</style></author></authors><secondary-authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Pereira, Luiz Carlos</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Zingano, Marco</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Levy, Lia</style></author></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&quot;Espinosa não sabia lógica&quot;. Liberdade sem contingência?</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Metafísica, lógica e outras coisas mais</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2012</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">http://www.naueditora.com.br/livro/matafisica_logica_e_outras_coisas_mais-lia_levy_luiz_carlos_pereira_e_marcos_zingano-60.html</style></url></web-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">Nau Editora</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Rio de Janeiro</style></pub-location><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Há mais de dez anos o prof. Luiz Henrique tornou público, com seu conhecido estilo, o diagnóstico que me havia formulado pessoalmente: a principal diferença entre as doutrinas de Espinosa e Leibniz sobre a liberdade consiste em que o primeiro, diferentemente do segundo, não sabia lógica. E, por isso, por mais que os estudiosos de Espinosa se dedicassem a defender sua teoria, todos esses esforços, por melhores e mais sofisticados que fossem, estariam fadados ao fracasso. De nada adiantaria expor de modo claro e preciso, como de fato vem sendo feito em excelentes livros e artigos, a sua ética e os conceitos que envolve. Nem mesmo o esclarecimento do sentido próprio e peculiar de suas opções metafísicas, de sua teoria dos afetos e de sua política, bem como do modo pelo qual todas essas teses e argumentos convergem para sustentar sua ética sem livre-arbítrio seria capaz de tornar aceitável a doutrina de Espinosa, visto que em sua base haveria uma recusa da realidade da contingência e dos futuros contingentes resultante de um “erro pueril” de lógica.&lt;br /&gt;
Tomei esse diagnóstico como uma provocação amistosa e como um desafio intelectual, e gostaria de aproveitar essa oportunidade para tentar responder, tomando como ponto de partida o extraordinário artigo de onde extraí a citação que abre este texto. &lt;/p&gt;
</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;n/a&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>