<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, Eros</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Figuras ambíguas e a distinção entre ver e ver como</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Ensaios de Epistemologia Contemporânea</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://www.academia.edu/3595834/Figuras_ambiguas_e_a_distincao_entre_ver_e_ver_como</style></url></web-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">Editora Unijuí</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Ijuí</style></pub-location><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;As figuras ambíguas geralmente são arroladas em favor da tese de que o conteúdo da experiência perceptiva sofre influência cognitiva. Neste artigo, defenderei que as figuras ambíguas não são suficientes para evidenciar esta tese. O fenômeno das figuras ambíguas pode ser explicado por uma teoria da percepção segundo a qual o conteúdo da experiência perceptiva não sofre influência cognitiva. Ou seja, o fenômeno das figuras ambíguas isoladamente não implica esta ou aquela teoria perceptiva, muito embora seja um fenômeno que qualquer teoria da percepção tenha de acomodar. Inicialmente, apresentarei a teoria da percepção de Pylyshyn para, em seguida, usá-la na explicação do fenômeno das figuras ambíguas.&lt;/p&gt;
</style></abstract></record></records></xml>