<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, E. M.</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Rolla, G.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O Desafio da Integração Explanatória para o Enativismo</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Prometheus</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2020</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://philpapers.org/rec/CARODD-2</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">33</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">161-181</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Enativismo é a família de teorias que interpretam a ação como constitutiva da cognição e que rejeitam a necessidade de postular representações para explicar todas as atividades cognitivas. O reconhecimento de um modo biologicamente básico e não representacional de cognição, no entanto, levanta a questão sobre como explicar atos cognitivos superiores ou complexos, o que chamamos de desafio de integração explanatória. Neste artigo, examinamos criticamente algumas tentativas de atender a esse desafio através do escalonamento ascendente (scale up) da cognição básica e do escalonamento descendente (scale down) da cognição complexa dentro do programa de pesquisa enativista.&lt;/p&gt;
</style></abstract></record></records></xml>