<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, Eros</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Popper e o problema da predição prática</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Analytica</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">http://www.analytica.inf.br/analytica/diagramados/204.pdf</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">15</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">123-146</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;O problema da predição racional, lançado por Wesley Salmon, é sem dúvida o calcanhar de Aquiles do método crítico preconizado por Popper. Neste artigo, avalio a resposta que tanto Popper quanto o popperiano Alan Musgrave deram a este problema. Ambas as respostas são inadequadas e, assim, a conclusão de Salmon é reforçada: sem apelar à indução, não há como fazer da predição prática uma ação racional. Além disso, o método crítico precisa ser vindicado se se pretende que a sua aplicação seja adequada para a preferência de hipóteses. Argumento que a natureza desta vindicação é tal que ela também pode ser aplicada à indução. Assim, ser um popperiano é uma boa razão para ser também um indutivista.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">2</style></issue></record></records></xml>