<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Klaudat, André</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A obrigação da promessa em Hume</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Kriterion</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">http://ref.scielo.org/54fhmv</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">52</style></volume><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Neste texto examino o sentido da obrigatoriedade da promessa em Hume, especialmente no contexto da sua classificação da virtude do cumprimento das promessas como virtudes artificiais. Nisso a posição de Hume se distingue das posições aristotélica e kantiana em Anscombe e Herman respectivamente. Mas, o problema principal - que não há um motivo natural para o cumprimento das promessas- divide intérpretes de Hume: Cohon e Baier. Defendo, seguindo Baier, que, embora não haja o referido motivo natural, há uma paixão ou motivos eficientes - por certo, não naturais como o motivo natural que nos conduz ao cuidado dos nossos filhos - que é o auto-interesse esclarecido: ele é auto-interesse e assim real e natural num sentido; e é esclarecido porque no reconhecimento de sua correspondência nos outros se engendra um vínculo com o benefício comum, no sentido de &quot;de todos e de cada um&quot;.&lt;/p&gt;
</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;} pages = {429-445&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>