<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Klaudat, André</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O Elemento Social no Ideal do Reino dos Fins</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Dissertatio</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/dissertatio/article/view/8580</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">39</style></volume><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;O Ideal do Reino dos Fins – apresentado por Kant com vistas à introdução de uma fórmula do Imperativo Categórico ‒ é muitas vezes interpretado como o elemento social do qual a teoria moral do autor careceria. Seres humanos seriam agentes morais concebidos como membros legisladores de uma ordem social possível. Contra essa interpretação argumentarei que a dimensão social introduzida pela concepção técnica desse Ideal é propriamente racional, apresentando uma exigência normativa genuinamente cosmopolita, que, não obstante, confere à teoria os recursos para o tratamento moral adequado da sociabilidade de facto da agência moral, pois, afinal, as condições de nossa agência efetiva são sociais.&lt;/p&gt;
</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;} pages = {73-92&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>