<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Dagnino, Ricardo</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Tão longe, tão perto! Diferenças e semelhanças entre dois municípios amazônicos limítrofes: Altamira e São Félix do Xingu, Pará</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Dinâmicas Socioambientais na Amazônia Brasileira</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2017</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://www.amigosdanatureza.org.br/biblioteca/livros/item/cod/142</style></url></web-urls><related-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://professor.ufrgs.br/sites/default/files/dagnino/files/dagnino_2017_cap_livro_tao_longe_tao_perto_atm_sfx.pdf</style></url></related-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">ANAP</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Tupã</style></pub-location><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;O estudo das populações e as formas de ocupação do espaço amazônico, além de não ser tarefa fácil, em decorrência de uma série de limitações técnicas e teóricas, é uma tarefa que muitas vezes avança em direção a um debate muito relevante para a sociedade brasileira, qual seja, o estado atual e a dinâmica de uma das mais estratégicas regiões da América do Sul. Este trabalho realiza uma reflexão baseada nos dados primários dos Censos demográficos de 2000 e 2010, e em referências secundárias apresentando as diferenças e semelhanças entre dois municípios paraenses, Altamira e São Félix do Xingu, que até 1961 formavam uma única área, o município de Altamira. Para tanto, é utilizada uma abordagem que vai além da escala municipal e está atenta para as dinâmicas nos espaços intramunicipais: sedes municipais, vilas, povoados rurais e Áreas Protegidas (AP), tais como Unidades de Conservação (UC) e Terras Indígenas (TI).&lt;/p&gt;
</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Book:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dinâmicas Socioambientais na Amazônia Brasileira. por João Cândido André da Silva Neto; Natacha Cíntia Regina Aleixo; Leonice Seolin Dias (Organizadores). Tupã: ANAP, 2017. ISBN: 978-85-68242-38-4&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>